Vida de um michê !


22/11/2005


NOSSA EXPERIÊNCIA

 

Nossa pesquisa de campo nos proporcionou entender melhor o que para nós parecia de certa forma exótico. Sabíamos da existência dos garotos de programa, mas não que seria possível traze-los para nosso familiar. A realidade é perceptível, mas às vezes ultrapassa os nossos olhos e impede que possamos abstrair com precedência o contexto social. Por mais que essa “profissão” seja atribuída valores (certo x errado) fruto de influência familiar, religiosa, do meio, o interessante de tudo foi perceber que os michês fazem parte de uma “cultura”, são estereotipados, caracterizados, possuem seus valores próprios e ideologias de vida. Nossa função como antropólogo é apenas analisar e questionar de maneira sutil, sem julgamentos, seus comportamentos, suas atitudes, sua vida social e profissional sem interferir no meio. E isso foi o que tentamos fazer, distanciar do nosso mundo para enxergar o do “outro”.

 

Agradecemos pela colaboração de todos!

Pâmela e Daniel

Escrito por Pâmela às 00h07
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Os pontos de “marcação”

 

Em Belo Horizonte se é possível encontra-los com maior facilidade nos shoppings (Diamond Mall e Shopping Cidade). A rotatividade dos michês varia de acordo com seus horários, mais tanto a noite quanto de manhã pode-se aborda-los. A classe elitizada atua em maior sigilo em saunas gays ou em boates gls. (Ex: Josefine- nome atribuído em dias específicos). Ainda é comum encontra-los na entrada das Universidades, a fim de conseguir clientes. Já os michês de rua trabalham na rua Espírito Santo entre Aymorés até a Tupis ou Rio de Janeiro, Goitacazes, Rua da Bahia até a Aymores novamente.

È importante lembrar que nessa prática também se pode correr riscos, o conhecido termo “Boa Noite Cinderela” pode ocorrer com a clientela, os michês colocam um tipo de remédio em suas bebidas a fim de roubar, abusar, ameaçar  e até mesmo matar em alguns casos mais específicos.

 

Escrito por Pâmela às 00h02
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21/11/2005


OPÇÃO ou NÃO?

    Existem três crises que normalizam as relações no mercado da prostituição masculina. São elas: Crise de Identidade, Crise Social e Crise Econômica.
       A Crise de Identidade incorpora todo o discurso da sexualidade, em que tenta estabelecer o gênero do michê. Heterossexual, bissexual, homossexual são termos que presentificam o questionamento a cerca dos gasrotos. Por outro lado, não há questionamentos quanto a figura do usuário -- o cliente. O qual aparece como "espectador noturno " para solicitar a prestação de serviço do boy.
A Crise Social está inserida no discurso sedimentar do ato sexual, comercializado como ma profissão. Cabe-nos aqui perguntar: o que você faria ao saber que alguém do seu círculo de relações exercesse essa profissão? Por outro lado, como você reagiria ao saber que alguém de seu círculo de relações utiliza este serviço de prostituição? Portanto, há um certo cínculo que perpassa as questões sociais, e que englobam a participação do sujeito e do outro. É correto afirmar, então, essas representações são acompanhadas de valores estabelecidos socialmente.
       A Crise Econômica está vinculada como justificativa para o exercício pleno desta profissão. O crescente número de desempregados, cria, por outro lado, novas fontes informadas informais de obter capital. Assim, o mercado da prostituição masculina não está a essa realidade. Ou seja, existe a lei da oferta e da procura que circunscreve esse mercado na ótica capitalista. Seguindo esses ditames, cabe no mercado de negócio empenhar-se na luta pela competividade, nesse caso, a sexual.

 

Escrito por Pâmela às 15h21
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Mercado do Livro

O Livro "As aventuras de um garoto de programa" é uma boa referência de histórias em ritmo de crônica do professor de literatura, Phil Andros (autor). Ele narra seus encontros amorosos com humor fino e um desfile de personagens exóticos.

 

Clique e conheça o produto.

Escrito por Pâmela às 14h54
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Contiuação do post anterior

"Nossa experiência de quase três anos com diferentes grupos de michês noRio de Janeiro mostra uma realidade um pouco diferente. É necessária uma imediata desmistificação daquela imagem outrora divulgada, o michê não tem necessariamente a forma física descrita pela imprensa e desejada por muitos. Grande é a sua surpresa quando se constata que o michê pode ser qualquer rapaz, com ou sem o exagero do masculino e sem inatingibilidade dos deuses do Olimpo. Jovens com aparência típica de rapazes de subúrbio, sem roupas ou tênis de marcas famosas, algumas vezes com um certo estereótipo de meninos de rua também podem estar envolvidos na prostituição.
Importante esta constatação de que é difícil conceituar o grupo dos rapazes envolvidos na prostituição masculina. Certamente não há características que permitam uma definição do grupo ou mesmo de seus membros, tampouco de sua atividade. O contato direto os seus "favores sexuais" por muito menos do que se imagina ou por muito mais do que necessita. Passamos a ser contra uma delimitação específica ou uma definição à priori do grupo.
Não são poucas, contudo, as áreas em que se desenvolve a prostituição masculina no Rio. Algumas já famosas, como a Galeria Alaska, o Bar Maxim's, a Cinelândia, a Via Ápia. Outras que congregam as chamadas "marginalidades" e permitem, num contrato implícito, que a pegação se insinue e a michetagem permaneça. Por mais que sejam diferentes as características destas áreas e por mais personagens que participem deste cenário, certo é que ali sempre estão os atores principais: o michê e o cliente, que iniciam ali sua peça cujo epílogo quase sempre se dá na cama.
E é na cama que a delimitação exigida pode desfazer ou reforçar fantasias. Diz-se que "entre quatro paredes tudo é permitido", embora isto seja muitas vezes negado. Pouco importa. Fato é que se consuma o prazer e que certamente este não é unilateral.
Grande parte das vezes é efêmera a permanência na prostituição, muitas destas o tempo suficiente para uma maior compreensão de sua própria sexualidade ou de outras fontes de renda. Soma-se a isto o desejo despertado no cliente, que tende a reduzir com o aumento da idade.
Muitas são também as diferenças entre os que optam pela prostituição nas ruas e pela chamada prostituição fechada, em saunas, casas de massagem, hot-lines e similares. A prostituição fechada pressupõe uma maior profissionalização da atividade, o que não é fácil para a maioria, que acaba optando pelas ruas.
Algumas curiosidades nos confirmam que a prostituição masculina não é um "fenômeno" assim tão problemático para muitas famílias. Durante nosso trabalho no Programa "Pegação" pudemos perceber que há uma forma de desenvolvimento da atividade que conta com a plena cumplicidade das famílias de muitos rapazes: as chamadas "casas de tias". São casas, sempre nos subúrbios e periferia, administradas por homossexuais de uma certa idade (as "tias") e nas quais os rapazes das redondezas se prostituem para clientes abonados da zona sul. Muitas vezes as famílias incentivam, levam os rapazes e consideram a atividade de "comer viado" uma boa forma de engordar a renda familiar sem comprometer a masculinidade de seus pupilos."

Retirado do site: webzip.com.br/planetagay/prost3.htm

 

 

Escrito por Pâmela às 08h52
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Michê: Origem e derivados

Pesquisa interessante!

"Muitas vezes, a afirmação de que a prostituição é a "profissão mais antiga mundo" tem uma conotação evasiva e vaga, já que não permite uma definição mais clara acerca do desenvolvimento histórico e social desta atividade. Assim, parece possível e corriqueiro usar o termo "profissão" para uma atividade tantas vezes considerada marginal ou de segunda classe, sem situar a sua "antiguidade"e outras nuances.
Os anos 80 assustaram-se com a constante divulgação de um novo fenômeno dentro da indústria sexual: a PROSTITUIÇÃO MASCULINA. Causando ao mesmo tempo perplexidade, curiosidade e asco, a poderosa televisão, as artes e a Ciência passaram a trazer à tona a existência desta prática, durante tanto tempo negligenciada.
A epidemia de AIDS em muito contribuiu para o desvelo desta vertente da atividade de prostituição. Partiu-se subitamente da chamada liberdade sexual para a vigilância sexual, pois enquanto doença sexualmente transmissível, precisava encontrar seus vilões, os verdadeiros culpados pela expansão da "peste". Desta forma, os michês seriam bons culpados: teriam um comportamento eminentemente bissexual, servindo de vetores na transmissão entre a população homossexual e a chamada população em geral.
A constante veiculação da existência da prática da prostituição masculina provocou a imediata necessidade de definição das características deste grupo social específico: afinal de contas, como seria o michê? O termo, há muito usado nos meios homossexuais, passou a ganhar uma relativa transparência social e extrapolar os guetos. A imprensa, de uma maneira geral, ocupou-se de veicular um perfil do michê, contribuindo para satisfazer as fantasias e a curiosidade gerais: o michê seria um rapaz normalmente musculoso, esportista, bronzeado, com todas as características do típico playboy da zona sul carioca. Normalmente cobrariam bastante alto por suas transações, seriam extremamente viris e invejados pela maioria dos demais homens, o que se concretizaria na sua postura super macho man. Logo em seguida, passa a ser veiculada uma nova visão do michê, a do assassino de homossexuais. Este ponto, primeiramente denuncia o comportamento homossexual dos michês, já que fica garantida a imagem de que grande parte dos clientes são homens; em seguida colabora para a construção do preconceito social, associando sua imagem a violência, quase sempre extrema, injustificada e com requintes de crueldade. Toda uma celeuma junto aos homossexuais, usuários ou não dos serviços do michê."

Escrito por Pâmela às 08h48
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20/11/2005


MATÉRIA INTERESSANTE

A matéria a seguir é uma breve descrição do formato que os prostitutos assumem hoje, as dificuldades e facilidades que eles enfrentam e como são encarados. As exigências necessárias para atuar nessa prática, onde atuam e quais os tipos de clientes mais comuns. Ainda encontrará as características do conhecido “michê de rodoviária”

 

Clique aqui e veja a matéria.

Escrito por Pâmela às 23h49
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TENTATIVA DE CONTATO (TELEFONE) COM MICHÊ:

 

Apresentação encontrada no classificados do jornal Estado de Minas:

 

Vitor & Marcelo

Hiper Dot. Sacanas!!

Sexy!! Sigilosos! Discretos!

31- 329199XX

 

Ligamos e conversamos com o Marcelo ( nome fictício) de identificação de trabalho.

 

Nós: Alô... com quem eu falo?

Eles: Com Marcelo, posso ajudá-la?

Nós: Lógico... Gostaria de saber como funcionam seus horários?

Eles: Há ta... trabalhamos das 17:00 ás 05:00 da manhã.

Nós: Vocês são um casal ou amigos?

Eles: Somos irmãos, mas trabalhamos sozinhos também.

Nós: Entendi... e quanto vocês cobram?

Eles: Você prefere nós dois ou um de nós apenas?

Nós: Os dois... qual o valor e o tempo de serviço?

Eles: Cobramos 400 reais, o tempo não é determinado. Seria o tempo necessário para concluir o serviço.

Nós: Vocês tem alguma restrição no sexo?

Eles: Não temos. No ato sexual somos completamente liberais, entende?

Nós: Isso significa que com homens também rola?

Eles: Sim, com homens e mulheres.

Nós: Ótimo então... queremos fazer na verdade uma entrevista com vocês dois, seria possível?

Eles: Não querida não fazemos esse trabalho, nem se pagarem!

Nós: É só um trabalho para uma pesquisa de campo, coisa rápida!

Eles: Sinto muito, mas não tem como.

Nós: Só um minuto, porque não? Tudo em sigilo, não iremos expor nossa pesquisa.

Eles: Tchau...

Obs: Desligou o telefone!

Escrito por Pâmela às 23h24
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16/11/2005


A reportagem "O outro lado dos Garotos de Programas" irá mencionar o perfil da maioria dos clientes e o que eles procuram. Criando um outro paradoxo, a reportagem afirma que é fácil encontrar garotos disponíveis a dar entrevista, o difícil está na clientela que não assume dizer que procuram os prostitutos para satisfazer suas preferências sexuais. Pagar por sexo, práticas sexuais não comuns, atendimento ao cliente, saunas gays, serão abordados na entrevista (depoimento) feita com os michês. Opiniões e fatores que levam os clientes a procurarem os garotos de programa vocês iram encontrar aqui.

 

Clique aqui para ver a reportagem.

 

 

Escrito por Pâmela às 13h08
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07/11/2005


Desenho do ilustrador Tom da Filândia

Imagem retirada de um site clique aqui para ver mais.

A fim de não expor qualquer tipo de foto de michê por fins éticos, encontramos esse esboço de um desenho que atribuiria aos protótipos dos "lover boys" ou michês.

 

 

Escrito por Pâmela às 09h14
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Michê X Pesquisa

 

A coleta de dados foi feita a partir de outras pesquisas já estabelecidas. A dificuldade encontrada para fazer entrevistas e manter um contato direto com os michês são grandes. Não se sabe exatamente a causa de tal mistério que se reina entre o “guetto” (mercado) dos prostitutos. Tivemos ainda um contato rápido por telefone, mas no transcorrer da conversa, com a nossa identificação, logo éramos despensados. Como diria o próprio Nestór não seria recomendável percorrer os itinerários do michê, devido às próprias condições do meio social e moral (resistência a gravações, a conversas e declarações), delimitando assim o nosso campo de pesquisa. Cabe acentuar que os michês e travestis são ridicularizados nas TV’s e apresentados como "doentes", "devassos" e "pervertidos" pela imprensa sensacionalista, criando uma imagem negativa dos mesmos. Essa exarcebação da mídia de nada nos interessa, apenas estamos levantando indícios para entendermos a vida dos tão conhecidos “prostitutos do sexo”.

 

 

Escrito por Pâmela às 01h15
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06/11/2005


 

Entrevista feita por vários participantes com um michê da cidade do Rio de Janeiro (Marcelo/ nome fictício):

 

Marcelo irá contar como decidiu fazer sua escolha, da sua vida profissional e familiar, das regras estabelecidas por ele na sua profissão, da visão da sociedade sobre os michês, dos acontecimentos já vivenciados, da questão financeira, de como estabelece sua vivência cotidiana, além de outras questões debatidas.

Clique no link para ver a entrevista completa.

 

 

Escrito por Pâmela às 14h36
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PARADOXO E PESQUISA

  

Os homens que se prostituem na maioria não se consideram homossexuais (eles se consideram heterossexuais convictos), e essa recusa da homossexualidade vai de encontro com a demanda dos clientes que procuram mais rapazes que não sejam homossexuais. Essa contradição (se os rapazes são ou não homossexuais) se soma a uma outra questão, a diferença de idade entre o prostituto e o cliente. A idade média para o exercício da profissão varia entre os 15 e os 25 anos, enquanto os clientes costumam ter mais de 35 anos.

 A clandestinidade dessa prática faz com que encontramos dificuldades em pesquisas mais específicas. O Estudo sobre prostituição masculina tem se proliferado de formas legais ou semi-legais (bordeis, saunas, serviços a domicílio, etc.), substituindo os “espaços abertos” (rua, esquinas, praças, bares, etc). Os michês geralmente não abrem seu particular (suas relações sexuais e cotidianas) aos pesquisadores, criando vários obstáculos no resultado final das pesquisas. Assim os variados espaços (“abertos” – baixa prostituição; ou “reservados” – alta prostituição) que se encontram os prostitutos, irão exigir formas diferenciadas de aproximação do antropólogo.

Segundo Nestor Perlongler, aos dados recolhidos na área do centro da cidade de São Paulo, os pontos de michês e bichas, e os pontos de prostitutas e cafetões, estariam de certa forma “demarcados”. Essa delimitação de território privilegia a prostituição de rua (urbana) perante a prostituição em locais fechados (particulares), e um dos fatores é pela maior facilidade de acesso a clientela e investigação no campo da antropologia. Eventualmente, qualquer homem jovem pode fazer michê, mas grande parte encara sua “profissão” como provisória, desconhecendo certos mecanismos similares entre o negócio do michê e a prostituição de travestis e mulheres.

 

PERLONGHER, Néstor. O negócio do michê: prostituição viril em São Paulo. São Paulo: Brasiliense, 1987.

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Escrito por Pâmela às 12h54
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05/11/2005


O NEGÓCIO DO MICHÊ

 

De acordo com Néstor Perlongher, o termo michê tem dois sentidos, o primeiro ao ato próprio da prostituição, independendo dos sujeitos desse contrato, e em outro contexto quando o termo é aplicado aos clientes. Esse termo é usado frequentemente a uma espécie de cultores da prostituição (exceto travestis e prostitutas), que não se abdicam dos discursos da masculinidade e dos protótipos gestuais em sua apresentação aos clientes. Já para Monique Augras, a duplicidade do termo desvelaria certa indistinção básica do mecanismo da prostituição, onde “quem vende se iguala a quem compra”.

Cunhamos a noção de prostituição viril para diferenciar essa variedade de prestação de serviços sexuais em troca de uma retribuição econômica, de outras formas vizinhas da prostituição homossexual, tanto da exercida pelo travesti, quanto de outros dois gêneros minoritários: o homossexual afeminado que vende seu corpo (chamado michê bicha); o um tipo de transição, que parece estar emergindo ainda timidamente; o michê-gay. A prática da prostituição viril é muito menos institucionalizada que a feminina, significa dizer que no caso da prostituição feminina a “exploração” da mulher é explícita no discurso social dominante. No negócio do michê a superioridade sócio-econômica do cliente comprador pode aparecer até certo ponto “compensada” pela valorização do michê másculo em detrimento da inferioridade do cliente “bicha”. Também pode acontecer que os michês tenham relações com as mulheres, seja ou não por dinheiro, mas essa heterossexualidade parece ser invocada muito mais vezes do que efetivamente praticada.

 

PERLONGHER, Néstor. O négócio do michê: prostituição viril em São Paulo. São Paulo: Brasiliense, 1987.

 

 

 

Escrito por Pâmela às 12h59
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24/10/2005


UM POUCO DE HISTÓRIA

 

Desde antigamente já existia registro sobre vendas e trocas de favores sexuais, sempre tendo a mulher como prestadora de serviços. A prostituição masculina na história sempre foi rara, e pouco se sabe sobre o surgimento e desenvolvimento dessa prática comercial. A figura masculina hoje é vista num contexto mais amplo e dinâmico, e que abrange uma série de gestões específicas.

Escrito por Pâmela às 08h46
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